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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O sexo como espetáculo


Rachel Winter

Na década de sessenta, a juventude almejava o amor livre. Essa liberdade viria, segundo pensavam os jovens daquela época, a resolver todos os problemas de relacionamento entre os casais. Na sua ingenuidade e inconsequência, características da idade, acreditavam, desse modo, que acabariam os casamentos de fachada que aparentam uma felicidade inexistente, bem como a infidelidade conjugal, a falta de respeito entre os cônjuges e outros problemas. Seria só namorar e “juntar-se” para o casalzinho viver feliz para sempre. Havia uma aura de romantismo sustentando essas idéias, e uma vontade de ser feliz e de fazer o outro feliz. Segundo parece, a legalização do casamento perante o juiz é que tiraria o toque saudável, romântico e mágico da união, fazendo com que o casal se sentisse “amarrado” para sempre, em vez de feliz para sempre, como deve ser. Mas a solução não seria tão simples assim.

Fuga da realidade

Usando uma expressão muito em voga naquela época, podemos dizer que esses ideais falsamente românticos representavam uma “fuga da realidade”. Só que as pessoas não se davam conta disso.

Curiosamente, usavam muito a expressão mas não conseguiam reconhecer que era isso mesmo que estavam fazendo – fugindo da realidade, ao desejar o amor livre. Acrescente-se e enfatize-se: amor livre principalmente de responsabilidades. Em qualquer de nossos atos, seja concernente à vida sexual ou não, a realidade jamais se encontra desvinculada da responsabilidade. Esse é um item que nunca pode ser ignorado.

No que deu Realmente, concretizou-se o ideal do amor livre – mas acompanhado de um sabor um tanto amargo e inesperado. As coisas não aconteceram como imaginadas nos tempos de sua idealização. Suas conseqüências, hoje, ultrapassam os limites da imaginação, pois as pessoas chegaram a perder o domínio sobre sua vida íntima. É grande o número das que são teleguiadas pela indústria do sexo e da pornografia; a liberdade pessoal parece perdida, porque o comportamento sexual tornou-se padronizado. 

E, mais uma vez, constata-se através dessa experiência, a capacidade que tem o ser humano de degenerar-se moralmente. Da liberdade romântica, desejada a princípio, passou-se para outros tipos de experiências como a do casamento aberto, em que marido e mulher podem ter suas aventuras extraconjugais sem que isso seja considerado infidelidade. Ainda mais, práticas que em outros tempos só eram vistas em prostíbulos passaram a ser aceitas com naturalidade por pessoas de boa família. Sexólogos as estimularam e ainda as defendem, ao lado da mídia que as divulga, exemplifica e dá instruções de como proceder, através de “literatura” obscena e licenciosa.

Espetáculo circense

Mas isso ainda não é tudo, a prática sexual transformou-se em atração, em espetáculo para ser assistido através da televisão e no cinema. E que também pode acontecer em locais inusitados como dentro de elevadores ou nas praças, segundo sugerem as publicações da indústria do sexo.

Uma amostra disso foi vista na televisão mexicana, num de seus programas tipo reality-show, que mostrou cenas de sexo explícito, e cuja notícia foi divulgada num noticiário da TV brasileira, acompanhada das respectivas imagens. Sem qualquer tipo de pudor, o casal, completamente alheio ao fato de estar sendo visto por milhares de pessoas, mantém relação sexual sem sequer cobrir-se com um edredom, como fazem os integrantes dos reality-shows da televisão brasileira – ainda que o uso de uma coberta pouco altere a indignidade do espetáculo.

Nesse momento, em que a intimidade de um casal transforma-se em uma espécie de atração circense, chega-se a pensar que até mesmo a barreira que separa o ser humano dos seres irracionais desapareceu. E o pior é que há espectadores para esse tipo de espetáculo, os chamados voyeurs.

Mas ainda resta esperança, pois se muitos são os que agem como robôs, há ainda milhões de pessoas que têm conhecimento do respeito que se deve ter pelo corpo humano, por ser morada do Espírito Santo de Deus. Por meio desse povo – cristão - formado por “reis e sacerdotes para Deus”, (Apocalipse 1.6), manter-se-á imorredoura a chama da dignidade humana.

sábado, 9 de julho de 2016

Pérolas da Carta de Paulo para Filemon


Pérolas da Carta de Paulo para Filemon - Marcelo Oliveira - Davar Elohim - Supremacia das Escrituras
Pastor Marcelo de Oliveira

A carta de Paulo a Filemon é a mais breve entre as cartas que formam a coletânea paulina e consiste apenas em 335 palavras no grego original. É pequeno no tamanho e profundo em seu conteúdo. O ilustre comentarista bíblico Albert Barnes a chama de uma brilhante e bela gema no tesouro dos livros inspirados.

Ao olharmos para esta carta vemos algumas pérolas que, se não olhadas com profundidade, fogem dos nossos olhos. Senão vejamos:

1) Vemos o poder do Evangelho em ação. O evangelho de Cristo é o poder de Deus para salvação de todo o que crê. Ele transforma o rico e o pobre; o escravo e o livre; o patrão e o empregado. Onde o evangelho chega todas as barreiras, preconceitos são rompidos. Ele é capaz de alcançar todos, não fazendo nenhuma distinção de classes sociais.

O mundo ergue muralhas entre as pessoas, mas Jesus destrói esses muros. Ele abraçou aqueles que eram escorraçados. Ele acolheu os que eram repudiados. Ele estendeu sua graça aos leprosos, às prostitutas, aos samaritanos e trouxe esperança para os gentios.

2) Vemos a igualdade que o Evangelho traz. Na família de Deus o senhor de escravos não é melhor que os escravos. No reino de Deus são todos iguais. Eles são membros da mesma família, são irmãos. Filemon deveria receber Onésimo não mais como um escravo, mas como um irmão amado.

Paulo agiu como advogado de Onésimo. Ele confiou que Onésimo voltaria ao seu senhor e se submeteria a ele, sujeitando-se às conseqüências de seus atos. Paulo confiava em Onésimo como um verdadeiro irmão na fé. O evangelho de Cristo não apenas torna as pessoas iguais, mas também as aproxima! Num tribunal secular Filemon seria colocado de um lado e Onésimo do outro. Porém, o evangelho transforma os corações, as circunstâncias e aproxima aqueles que as leis humanas poderiam separar.

3) Vemos a graça que há no Evangelho. O evangelho de Cristo é gracioso. Não há casos irrecuperáveis para Deus. Não há poço tão profundo que o Evangelho não seja mais profundo. A graça é maior que nosso pecado. Onésimo roubou, fugiu, escondeu-se, foi capturado e encarcerado, mas quando pensou que havia chegado o fim da linha, Deus lhe abriu a porta da esperança. Deus ainda continua transformando escravos em livres. Deus ainda continua encontrando os fugitivos para lhes trazer de volta ao lar.

Lutero disse acertadamente que todos nós somos “Onésimos”. Todos nós éramos escravos do pecado. Todos nós estávamos perdidos e fomos achados. Estávamos condenados e fomos libertados. Estávamos mortos e recebemos vida. Nossa salvação não é resultado do nosso mérito, mas pura expressão da graça de Deus. Nada somos, nada temos, nada merecemos. Porém, Deus nos alcançou, nos libertou e nos adotou como seus filhos amados, membros de sua família bendita.

Nele, que nos amou com amor eterno. 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Honestidade, sim!


Feliz é o homem que empresta com generosidade e que com honestidade conduz os seus negócios - Salmo 112.5 - Rita de Cássia da Silva Stracci -  http://belverede.blogspot.com.br
"Feliz é o homem que empresta com generosidade e que com honestidade conduz os seus negócios".
 Salmo 112.5


Andar na contramão do mundo. Gosto de meditar sobre isso porque é bem contrário ao que nos é imposto como padrão de comportamento.

Ser bem sucedido, vitorioso e esperto não combina muito com ser honesto aos olhos do mundo. Hoje, ser esperto é se dar bem em todos os seus negócios não importa por cima de quem passe, ou a quantos credores deixou para trás ou quantos escrúpulos ficaram enterrados.

Muitos pregam sobre a vida de Jesus e seus ensinamentos, mas não pensam duas vezes em fazer dívidas e não quita-las, em realizar negócios espúrios, comprar coisas cuja origem é ilícita, dar cheques sem fundos ou passar alguém para trás, enganar o governo, driblar os impostos. A quem pensa tal pessoa estar enganando? Principalmente a si mesma, sem dúvida.

Vivemos em um país com uma profunda crise ética, mas o pior é que muitos cristãos não querem ficar na contramão do mundo e acabam sucumbindo aos distorcidos valores que são impostos. [ continuar lendo na página original deste texto: Bênçãos Diárias ]

domingo, 31 de janeiro de 2016

A felicidade do ponto de vista de Deus é assim...


"Provai e vede que o Senhor é bom, bem aventurado o homem que nele confia" - Salmo 34.8.



Bem aventurado ou feliz é todo aquele que compreende e pratica a mensagem de Jesus. A felicidade é um grande enigma. Todos a desejam, mas quase ninguém sabe o que ela é. Há um anseio constante em nós que grita por satisfação. e isso tem sido o ponto central da história humana. 

 Acesse o link para visualizar o texto completo: http://bit.ly/1JfpweF

E.A.G.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Mãe, um ser indescritível

Uma palavra pequena
Com um significado profundo
Amor Incondicional
Como o de Deus
Capaz de mudar o mundo! 
.
Mãe
 Um Doce nome
 Alento para alma
 Porque é um Porto Seguro
 Sempre nos mantendo a calma!
.
Ela ri quando rimos
 E chora quando choramos
 Porque o mais importante é nos ver sonhando!
.
Hoje um dia especial
 E não posso deixar em branco
 Saiba que és muito especial
 Preciso dizer que te amo!

 JNOtílio 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Alexeya Barros: Faça sem esperar nada em troca!

Alexeya Barros

"Porquanto espírito excelente, conhecimento e inteligência...e soluções de casos difíceis se acharam em Daniel." Daniel 5.12.

A excelência vem com a prática.

E, quanto mais a gente pratica mais a gente aprende, se aperfeiçoa, desenvolve nossas faculdades mentais. Assim, adquirimos habilidades que nem imaginávamos possuir um dia.

"Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar." Tiago 1.25.

Quem não pensa se torna escravo de quem pensa. Isso é verdadeiro! Pois nossas ações, e reações, são frutos dos nossos pensamentos. 

Não podemos ser negligentes como servos do Senhor, mas também não podemos ser maus profissionais e, tampouco, relapsos nos relacionamentos, sobretudo com o cônjuge, que é parte de nós.

"Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma." Eclesiastes 9.10

Tudo é tudo, concorda?

Eu , particularmente, não tenho tanta agilidade em algumas tarefas. Não contem comigo se esperam resultados medidos por quantidade. 

Faço no meu ritmo, me esforço para fazer o meu melhor, mas prezo pela qualidade.

Sinto a necessidade de me sentir bem e ter a consciência de que a minha parte foi bem executada.

A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original. - Albert Einstein.

Nada passa despercebido aos olhos do Senhor.

Faça, sem esperar nada em troca.

Mais bem-aventurado é dar do que receber.

Se doe! Dê o seu melhor! Aguente firme!

Jesus Cristo não se entregou por amor a nós negligentemente.

Entregue-se a Ele por inteiro.

Postagem original na página Faça sem esperar nada em troca, artigo publicado no blog Quem usa a fé chega aonde quer, criado e editado por Alexeya Brarros

sábado, 25 de julho de 2015

Daladier Lima: evangelismo, que bicho é esse?

Minha participação no blog Reflexões Sobre Quase Tudo, no artigo Evangelismo pessoal: Que bicho é esse? Se come assado ou guisado?

"Dalardier,

Saiba, também tenho recordações do tempo em que era mais jovem e, aos finais de semana, saía em grupo para evangelizar pelas ruas do bairro. Recordo com saudosismo, mas – não digo que seja seu caso – não me deixo prender por essas lembranças boas. Naquela época, como você disse com pertinência, não havia as facilidades da tecnologia da comunicação que existe hoje, e Jesus Cristo salvava vidas através do trabalho corpo a corpo.

Aos 50 anos, a minha disposição para falar de Cristo continua a mesma, mas o meu corpo não corresponde da mesma maneira que tinha 17, então, oro e peço a Deus oportunidades adequadas para minha condição física em que estou agora; e as ocasiões favoráveis surgem diante de mim. O pedinte de rua, que leva um alimento e ouve sobre o Salvador; , o segurança do hospital, que até veio ao meu perfil do Facebook; a doutora do hospital, que até trocou número de telefone com minha esposa... E assim a minha vida segue.

Quanto aos outros irmãos e irmãs, que segundo meus olhos não estão ocupados fazendo evangelização, por experiência própria, aprendi que minha visão é limitada e faz com que meu coração me engane. Eu aprendi com o erro Elias. O profeta estava acossado, talvez até deprimido por causa da perseguição religiosa produzida por Acabe, Jezabel e adoradores de Baal, e orou a Deus: “só sobrou eu aqui, os outros se curvaram a Baal”. A resposta divina foi uma reprimenda e o aviso do fim de seu ministério.

Digo isso, porém, vendo que hoje o Senhor ainda trabalha pelo método de 30 anos atrás e também por meio dos recursos modernos que temos acesso. Observo, aqui na minha região, que o Espírito move a juventude para evangelizar! Tenho o prazer de ver jovens trazendo colegas de escola à igreja, sem que precise ser motivados pelo pastor ou pais. Glórias a Deus!

Abraço.

E.A.G."
http://belverede.blogspot.com.br

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